Dinheiro e felicidade: Entenda qual é a relação entre os dois

Para você, dinheiro traz felicidade? Essa é uma pergunta clássica que sempre levanta debates e reflexões. O senso comum responde que não, porém se o dinheiro não traz felicidade, por que passamos a vida trabalhando para ganhar cada vez mais dinheiro?

 

Realmente este é um tema complexo e precisa de mais do que algumas palavras para resumi-lo. Por isso, neste post vamos tentar entender qual a relação entre os dois e como o RH pode ajudar os seus colaboradores a conquistar a famosa “felicidade financeira”. Continue lendo!

 

Afinal, o que é felicidade?

Cada pessoa possui o seu próprio conceito de felicidade. E por ser algo bastante abstrato, é difícil encontrar uma definição única, mas vamos tentar compreender buscando respostas na etimologia da palavra, filosofia e psicologia.

 

A palavra “felicidade” vem do latim “augurium”, que significa augúrio e sorte. No dicionário, está definido como “estado de espírito de quem se encontra alegre ou satisfeito; contentamento, fortúnio, júbilo” e também “Acontecimento ou situação feliz ou alegre; sorte, sucesso, ventura”.

 

Para a psicologia, a felicidade é um estado de plenitude que contém 5 elementos principais: emoções positivas, engajamento, relacionamentos positivos, propósito de vida e conquista.

 

Na filosofia, o grego Epicuro definia a felicidade como o sentimento que ocorre através da satisfação dos desejos. Pirro de Élis, acreditava que a felicidade acontecia através da tranquilidade.

 

Apesar de diferentes, percebemos semelhanças entre as várias definições de felicidade, como: satisfação, conquistas e sucesso. Guarde bem esses conceitos, porque vamos esbarrar neles durante o texto.

 

Felicidade vs Dinheiro para a nova geração

Encontrar a felicidade tem sido o principal objetivo de vida dos millennials, ou geração Y. Os nascidos entre 1980 a 1995, relacionam o trabalho muito mais a satisfação pessoal do que ao salário. Por essa razão, eles trocam de emprego com bastante frequência quando não se sentem realizados e motivados em um ambiente profissional.

 

Essa troca constante, revela uma exigência alta em encontrar a felicidade. E isso pode fazer com que se torne ainda mais difícil conquistar esse objetivo.

 

Além disso, o dinheiro pode não ser o fator mais importante em um trabalho quando o assunto é felicidade, mas ele certamente tem influência. Uma boa remuneração, associada a ações de valorização profissional, faz com que a pessoa se sinta importante em seu trabalho e se torne mais feliz e produtiva.

 

O nível de felicidade da população brasileira

Em pesquisa recente do FGV Social, confirmou-se que o índice de felicidade da população brasileira diminuiu bastante após a pandemia. Em uma escala de zero a dez, a satisfação dos brasileiros com a vida caiu para seis. Grande parte deste resultado é um reflexo direto da saúde financeira das famílias.

 

O número de brasileiros endividados bateu recorde em 2021. Estima-se que em média 70% das famílias enfrentam problemas financeiros, de acordo com dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

 

Como o RH pode ajudar?

Com a saúde financeira em colapso, os efeitos ultrapassam a vida pessoal e passam a interferir no trabalho também. Estresse, perda de foco, dificuldade de interação e uma baixa significativa da produtividade são consequência dos problemas financeiros. Por isso, a felicidade financeira faz toda a diferença não só para o funcionário como também para a organização.

 

É importante que os gestores de RH promovam medidas que auxiliem o colaborador a alcançar a chamada “felicidade financeira”. Esse termo se refere à realização de um desejo que é bem particular. Pode ser desde conseguir pagar os boletos em dia, conquistar o imóvel próprio, fazer uma viagem ou mesmo comprar qualquer coisa que desperte o sentimento de prazer e satisfação.

 

Mas afinal, como o RH pode ajudar seus colaboradores a atingirem esse grau de satisfação?

 

O RH tem como seu propósito valorizar o capital humano e auxiliar os demais profissionais da empresa a aprimorarem suas habilidades pessoais e se desenvolverem tanto na vida profissional quanto pessoal. Pois, como pudemos observar, esses dois âmbitos são interligados.

 

Dentre as ações que podem ser tomadas para auxiliar os colaboradores a realizar sonhos está a educação financeira. Fornecer conteúdos, cursos e ferramentas que auxiliem os colaboradores a controlar os gastos, sair das dívidas e aprenderem a poupar.

 

Em paralelo aos ensinamentos financeiros, oferecer acesso ao crédito consignado pode ampliar ainda mais essas ações de bem-estar dentro da sua organização. Esse tipo de crédito é descomplicado, possui as menores taxas de juros do mercado e prazos mais longos para o pagamento, pois conta com a vantagem do desconto direto na folha, o que ajuda a eliminar o risco de inadimplência e endividamento.

 

Proporcionar aos trabalhadores o acesso a esses recursos, resultam em inúmeras vantagens que refletem no ambiente de trabalho. Com a saúde financeira controlada, as pessoas conseguem realizar seus objetivos com mais facilidade e sem preocupações, sentindo-se cada vez mais próximos de alcançar a felicidade.

 

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